Radar de colegas
Você está editando o api.ts. Outra pessoa também, numa branch que você não
olhou. O jeito habitual de descobrir é um conflito de merge na semana que vem;
o jeito do radar é uma lista, hoje.
Tudo é calculado a partir do seu último fetch — refs remote-tracking, um
merge-tree em memória, nada mais. Sem servidor, sem agente nas máquinas dos
seus colegas, sem rede além do fetch que você já ia fazer de qualquer jeito.

O que uma linha diz
Para cada branch remota que tem commits que o seu HEAD não tem:
| Coluna | Significado |
|---|---|
| Quem e quando | O último committer naquela branch, e há quanto tempo |
| Commits / arquivos | Quanto está chegando, e quantos arquivos isso toca |
| Sobreposição | Quais desses arquivos estão sujos na sua árvore de trabalho agora mesmo — a pílula vermelha |
| Risco | Se fazer merge daquela branch no HEAD conflitaria (o mesmo motor do radar de conflitos) |
As linhas são ordenadas por quanto colidem com você: sobreposição primeiro, depois conflitos previstos, depois o quão recente é a atividade. Expanda uma linha para as listas exatas de arquivos; Comparar abre a comparação completa entre branches.
Quando ele se manifesta
Depois de cada fetch — manual ou automático — o radar varre em silêncio. Ele mostra um toast só quando commits do upstream tocam arquivos que você modificou e esse conjunto realmente mudou desde a última varredura. Sem arquivos sujos, sem barulho: uma árvore de trabalho limpa não colide com nada.
Limites
- Ele vê o que o último fetch viu. Um colega que ainda não fez push é invisível — isto lê refs, não mentes.
- A sobreposição é por caminho, não por linha: tocar no mesmo arquivo é um alerta, não prova de conflito. A coluna Risco é a resposta em nível de linha, mas só entre estados commitados.
- Branches paradas há mais de ~45 dias são puladas, e só as 30 movidas mais recentemente são varridas.
Veja também: Radar de conflitos · Fetch, pull e push · O que mudou desde